MERCADO LIVRE DE ENERGIA

Mais economia e sustentabilidade para a sua empresa

O mercado livre de energia elétrica proporcionou uma economia de mais de R$ 200 bilhões para empresas de todo o país desde 1999. Esse volume de economia registrado pela Abraceel foi possível graças à livre concorrência praticada nesse ambiente de contratação, que permite a indústrias, comércios e empresas de serviços acessarem energia em condições muito mais competitivas do que as tarifas das distribuidoras. No caso específico dos clientes da Electra, a economia deve ser da ordem de R$ 60 milhões apenas em 2020.

A redução significativa de custos está atrelada à diferença de preços da energia no mercado livre e no regulado, que pode proporcionar melhores ganhos dependendo do momento da contratação da energia. Além disso, no caso da Electra, a economia é potencializada pelo acompanhamento das operações mensais dos clientes, com aproveitamento de oportunidades de operações de swap, utilização do lastro de energia, desconto na TUSD e cessão de montantes excedentes, entre outras possibilidades.

O mercado livre também tem sido um grande incentivador das fontes limpas de energia, isso porque consumidores que usam a partir de 500 kW podem participar desse ambiente de contratação adquirindo energia de fontes incentivadas, como pequenas centrais hidrelétricas, eólicas ou usinas a biomassa. O modelo tem impulsionado a participação dessas fontes na matriz elétrica brasileira, ajudando as empresas a cumprirem suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa.

Responsável pelo primeiro contrato de fontes incentivadas no mercado livre, a Electra tem grande expertise nessa área, apoiando inúmeras empresas não só a economizarem, como a garantirem energia limpa e renovável para suas operações.

Como funciona o mercado livre

 
 

Passo a passo da migração

A Electra apoia todo o processo de migração da sua empresa ao mercado livre. As principais etapas são as seguintes:

1

Análise de viabilidade técnica e econômica para sustentar a decisão de migração para o mercado livre.

2

Denúncia do contrato: informação à distribuidora sobre o interesse pela migração.

3

Definição da quantidade de energia a ser comprada no mercado livre e condições, como prazo e tipo de energia.

4

Adequação do Sistema de Medição para Faturamento (SMF) junto à distribuidora.

5

Assinatura dos contratos de Conexão ao Sistema de Distribuição (CCD) e de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD) com a distribuidora.

6

Associação à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), tornando-se agente do mercado.

A energia do futuro é livre!

O brasileiro quer liberdade para escolher seu próprio fornecedor de energia. Pesquisa do Ibope mostrou que 80% dos entrevistados gostariam de ter esse direito, que deve garantir os benefícios do mercado livre para todos. Isso ajudaria a reverter a atual situação em que 84% da população considera o preço da energia caro ou muito caro, conforme o Ibope.

A perspectiva é que a abertura do mercado se torne realidade com a reforma do setor elétrico em curso. Com isso, o Brasil passaria a seguir o modelo já adotado com sucesso em diversos países, em que os consumidores podem escolher o fornecedor de energia da mesma forma que escolhem os provedores de internet ou telefonia. Enquanto essa alternativa não está disponível para sua residência, você pode contar desde já com essa possibilidade nas operações da sua empresa.
 
 

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